Em resumo

O registro de imóveis (Lei nº 6.015/1973) é o que dá segurança jurídica à propriedade: matrícula própria para direito de laje, vaga de garagem e fração de multipropriedade; retificação administrativa de área quando há consenso entre confrontantes; e o procedimento de dúvida registral quando o cartório recusa um ato. Já a tributação imobiliária reúne discussões recorrentes sobre ITBI — cuja base de cálculo é o valor de mercado, não o do IPTU (Tema 1113/STJ) — e sobre IPTU, inclusive a progressividade no tempo para imóveis subutilizados.

Planejamento patrimonial com imóveis também passa por aqui: holding imobiliária com imunidade de ITBI na integralização de capital (com os limites do Tema 796/STF), permuta sem torna, e a isenção do ganho de capital na venda de imóvel residencial. Por fim, a multipropriedade e a desapropriação completam o panorama de institutos que, na prática, envolvem registro e tributação ao mesmo tempo.

Este guia reúne, organizados por tema, os artigos deste blog sobre registro de imóveis e tributação imobiliária — do cartório ao ITBI, ao IPTU e à multipropriedade e desapropriação.

Toda transação imobiliária passa, em algum momento, pelo cartório de registro de imóveis e pelo Fisco municipal. A Lei nº 6.015/1973 (Lei de Registros Públicos) organiza a vida da matrícula — da abertura à retificação, passando pela individualização de direitos como a laje e a multipropriedade — enquanto a tributação sobre a propriedade (ITBI na transmissão, IPTU na posse) gera discussões recorrentes sobre base de cálculo e progressividade que os tribunais superiores vêm pacificando nos últimos anos.

Este guia organiza, por tema, os artigos deste blog sobre registro de imóveis e tributação imobiliária — do registro propriamente dito ao ITBI, ao IPTU e aos institutos de multipropriedade e desapropriação.

Veja também o panorama completo de Direito Imobiliário ou o guia de Compra e Venda de Imóveis.