Em resumo

Clínicas de estética lidam diariamente com fotos de antes e depois, prontuários e dados de saúde — todos tratados como dados sensíveis pela LGPD, que exigem consentimento específico para cada finalidade (atendimento, publicidade, marketing pago ou até treinamento de inteligência artificial). O consentimento dado em um contexto não vale automaticamente para outro, e a jurisprudência interpreta de forma restrita a autorização de uso de imagem.

Quando a clínica publica fotos sem autorização específica, usa a imagem em anúncio pago sem autorização, ou deixa vazar prontuário e fotos íntimas, a jurisprudência do STJ e dos tribunais estaduais reconhece dano moral presumido — o paciente não precisa provar prejuízo concreto para ter direito à indenização.

Este guia reúne, organizados por tema, os artigos deste blog sobre privacidade e proteção de dados em clínicas de estética — dos fundamentos da LGPD aplicada ao setor às situações de vazamento e divulgação indevida mais comuns.

Antes de qualquer procedimento estético, a clínica normalmente coleta fotos, vídeos e informações de saúde do paciente. O problema surge quando esses dados são usados além do que foi autorizado — em publicidade sem consentimento específico, em anúncios pagos geridos por terceiros, ou quando vazam por falha de segurança da própria clínica.

Este guia organiza, por tema, os artigos deste blog sobre privacidade e dados em clínicas de estética — da base legal da LGPD aplicada ao setor às situações mais comuns de uso indevido de imagem e vazamento de dados, incluindo o que fazer e como calcular a reparação.

Veja também o panorama completo de Direito Estético ou o guia de Contratos e Cancelamento de Pacotes Estéticos.